Cooperativa António Sérgio
para a Economia Social
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Inscoop Newsletter de 2007
Notícias cooperativas
| Número 52 | 04.07.2007 |
Dia Internacional das Cooperativas
2007Mensagens para o Dia Internacional das Cooperativas
Mensagem da Aliança Cooperativa Internacional
Mensagem da Organização Mundial para a Agricultura e Alimentação
Mensagem da Federacão Internacional de Produtores Agro-pecuários
Mensagem do Secretário-Geral das Nações Unidas
| Número 51 | 21.06.2007 |
Dia Internacional das Cooperativas
No próximo dia 7 de Julho comemora-se o Dia Internacional das Cooperativas. Por decisão das duas Confederações Cooperativas (Confecoop e Confagri), em articulação com o Inscoop, este ano a Sessão Solene comemorativa será celebrada em colaboração com o Centro de Estudos Cooperativos da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra.
A Sessão Solene comemorativa decorrerá a partir das 10,00 horas, no auditório da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, Av. Dias da Silva, 165, Coimbra.
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| Número 50 | 10.05.2007 |
Conferência
3º Curso Livre de Cooperativismo e Economia SocialCoimbra, 7 de Maio de 2007
1. O Centro de Estudos Cooperativos da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra (CEC/FEUC) vem convidar V. Exas. para assistirem à Sessão de Abertura do 3º Curso Livre de Cooperativismo e Economia Social.
Essa Sessão de Abertura, tem lugar no próximo dia 25 de Maio ( 6ª feira), a partir das 14 horas e 30 minutos no Auditório da FEUC em Coimbra. Incluirá duas conferências: uma, proferida pelo Prof. Doutor Paul Singer, Secretário Nacional da Economia Solidária no Brasil e Professor da Universidade de S. Paulo, sobre a Economia Solidária; outra, pelo Presidente do Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo (INSCOOP), Dr. Manuel Canaveira de Campos sobre um projecto de formação pioneiro, a Universidade Cooperativa Europeia. Chamamos a vossa atenção para a importância dos temas tratados e para a relevância dos conferencistas.
2. Aproveitamos esta oportunidade para vos dar conta de uma novidade quanto ao 3º Curso Livre. De facto, por decisão da CONFECOOP, da CONFAGRI e do INSCOOP, este ano a Sessão Solene Comemorativa do Dia Internacional das Cooperativas será celebrada em colaboração com o CEC/FEUC, coincidindo com o encerramento solene do 3º Curso Livre de Cooperativismo e Economia Social.
3. Continuando a agradecer-vos a divulgação do Curso, junto de eventuais interessados, no âmbito da vossa Instituição, remetemos devidamente actualizado o respectivo folheto, que inclui uma ficha de inscrição, contendo o programa, as datas e os horários.
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| Número 49 | 10.05.2007 |
As 100 Maiores Empresas Cooperativas
Edição 2006
Em 2005, o nível de actividade global das 100 Maiores aproximou-se dos 3 mil milhões de euros, representando um crescimento nominal de 1,3% quando comparado com o volume de vendas registado em 2004. A maior cooperativa portuguesa, a CODIFAR (comercialização) registou, nesse ano, negócios de 330,8 milhões de euros, enquanto a Autocoope (serviços), que ocupa a centésima posição, negociou 5,6 milhões de euros.
A dimensão do sector cooperativo em Portugal pode, em certa medida, ser aferida pelo seu peso a nível dos grandes agregados nacionais. No final do ano de 2005, encontravam-se em actividade 3184 cooperativas, as quais se estima representarem cerca de 5% do PIB (Produto Interno Bruto). As 100 Maiores cooperativas produziram durante esse ano, em termos reais, 2,04% do PIB.
As 100 Maiores empregaram, em 2005, 11 277 pessoas, o que revela um crescimento de 0,6% para o período em análise. Esta evolução assume uma especial relevância se atendermos a que nesse mesmo período a taxa de desemprego nacional se agravou de 6,7% para 7,6%. A maior empregadora continua a ser a COFAC (ensino), com 1 630 trabalhadores. As 100 Maiores foram responsáveis por 0,2% do total de emprego em Portugal.
O VAB (Valor Acrescentado Bruto) gerado pelas 100 Maiores atingiu o montante de 295 milhões de euros. A COFAC assume-se, mais uma vez, como a maior geradora de riqueza.
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| Número 48 | 08.03.2007 |
Dia Internacional da Mulher - 8 de Março de 2007
"Acção Cooperativa para parar a violência sobre a Mulher"
A violência sobre a mulher é o crime mais comum, mas o menos punido em todo o mundo. Segundo as Nações Unidas, pelo menos uma em cada três mulheres foi espancada ou abusada em toda a sua vida, e a violência doméstica é a maior forma de abuso sobre as mulheres em todo o mundo, superando as formas de violência com base na cultura, etnicidade, educação, classe e religião.
É por esta razão que o tema do Dia Internacional da Mulher este ano é "Acabar com a impunidade da violência sobre as mulheres e crianças". O objectivo é alertar para um assunto que tem consequências devastadoras na vida das mulheres, nas suas famílias, e na sociedade como um todo e que impede as mulheres de participar activamente em todas as actividades económicas e sociais.
Estabeleceram-se marcos jurídicos e normativos internacionais, regionais e nacionais que abarcam muitas formas de violência nos contextos público e privado. No entanto, os progressos registados na elaboração dessas normas jurídicas não foram acompanhados por progressos similares na sua aplicação. Quando o Estado não exige responsabilidade aos autores dos actos de violência e a sociedade consente essa mesma violência de forma explicita ou tácita, a impunidade não só leva a que se cometam mais abusos como também faz pensar que a violência sobre a mulher é aceitável e normal.
A ACI e o seu Comité para a Igualdade de Género acreditam que o movimento Cooperativo pode contribuir para modificar atitudes no sentido do pleno gozo dos direitos humanos e liberdades fundamentais por parte das mulheres de todo o mundo, e no assegurar o respeito pelas leis que protegem as mulheres contra a violência.
Há cooperativas em todo o mundo que já se preocupam com a questão da violência sobre as mulheres. Estas experiências necessitam de ser melhor documentadas e partilhadas. Sabemos, por exemplo, que as cooperativas de habitação na América do Norte e na Europa tem políticas que providenciam aconselhamento a famílias onde são detectados casos de violência; adoptam políticas de não-aceitação de violência; várias cooperativas de laticínios na Ásia instituíram programas de educação para mulheres e homens e encorajaram a formação de grupos de apoio para mulheres vítimas de violência e muitas outras cooperativas levaram a cabo campanhas de sensibilização.
Não nos podemos esquecer da correlação entre pobreza e violência sobre as mulheres, logo , melhorar as condições de vida e serviços através da empresa cooperativa pode ter um impacto positivo quando acompanhado por programas educacionais e campanhas que tornem a violência inaceitável. As mulheres também aderem às cooperativas para melhorar as suas vidas. Esta adesão permite-lhes obter um ganha-pão melhor que por sua vez lhes proporciona soluções para se protegerem a elas próprias e frequentemente aos seus filhos da violência, especialmente doméstica.
Neste Dia Internacional da Mulher, a ACI apela a todas as suas organizações membros e a todos os cooperativistas a tomarem partido pelo fim da violência sobre as mulheres e assim, continuar a trabalhar no sentido de dar às mulheres oportunidades que lhes permitam fazer a diferença nas nossas organizações e comunidades. A ACI apela a todos os seus membros que actuem de acordo com o espirito da promoção da igualdade de género e pela eliminação da violência sobre as mulheres e crianças nas suas comunidades locais e nos seus países.
Ivano Barberini
Presidente da ACIStefania Marconi
Comité para a Igualdade de Género da ACI
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| Número 47 | 16.01.2007 |
UCE
Algumas vezes temos dado notícias sobre a "Universidade Cooperativa Europeia". Trata-se de um projecto de formação para a economia social, desenvolvido ao longo dos últimos anos ao abrigo do programa comunitário "Leonardo da Vinci".
O apoio comunitário termina no corrente ano de 2007 e os parceiros do projecto contam estar em condições, no último trimestre de 2007, de autonomizar o projecto que a partir de então se assumirá como uma organização internacional para a formação dirigida ao Terceiro Sector.
É com muito gosto que, em nome dos parceiros portugueses do projecto (Instituto António Sérgio do Sector Cooperativo, Centro de Estudos Cooperativos da Universidade de Coimbra, Instituto de Desenvolvimento para a Gestão Empresarial - INDEG/ISCTE), envio o primeiro número do "Boletim da Universidade Cooperativa Europeia", na tradução portuguesa.
Junta-se o Boletim da UCE nº 1.
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